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sábado, julho 29, 2023

sexta-feira, julho 29, 2022

O Kalu dos Xutos faz hoje sessenta e quatro anos...!

(imagem daqui)

Carlos Eduardo Cardoso Pinto Ferreira também conhecido por "Kalu" (Porto, 29 de julho de 1958) é um baterista português que faz parte da banda de rock Xutos & Pontapés
  
Biografia
É o quinto de treze irmãos. Tem sete irmãos e seis irmãs. Com 12 anos, foi viver para Lisboa. Mais tarde respondeu a um anúncio de jornal onde pediam um baterista para um banda rock, os Xutos & Pontapés. Tem três filhos: Frederico (Fred, 1982), Vasco (1985) e Max (1995) e um neto, Sebastião (filho de Fred), nascido em 2002.

Outros projetos
Foi baterista do Palma's Gang, onde contava com Zé Pedro, guitarrista dos Xutos & Pontapés. O primeiro disco a solo de Kalu, "Comunicação", foi lançado em 2013.

Equipamento
Kalu é patrocinado pelas marcas de equipamento que usa. Toca baterias Tama Starclassic Maple e Starclassic Bubinga e pratos Paiste das séries Twenty, 2002 e Signature.
Segundo entrevista dada em agosto de 2009 ao fórum dedicado à bateria e percussão na internet BateristasPT.com, a sua bateria inclui pratos de choque de 15", crashes de 16", 18" e 20" e um ride de 21". 

 


quinta-feira, julho 29, 2021

terça-feira, junho 21, 2011

Saída de Campo em Leiria, no feriado

 

Os Blogues Geopedrados e GeoLeiria irão organizar, em conjunto com o Grupo de Recrutamento 520 da Escola Dr. Correia Mateus, na próxima quinta-feira, dia 23 de Junho de 2011, no feriado do Corpo de Deus, uma saída de campo aberta a todos e sem necessitar pré-inscrição.


Eis os dados da mesma:

Data: 23 de Junho de 2011 (quinta-feira – feriado nacional);

Ponto de encontro: Entrada da Escola Dr. Correia Mateus;

Destinatários: Alunos, Funcionários e Docentes (e seus familiares) da Escola Correia Mateus, bem como outros elementos da Comunidade Educativa;

Partida: 10.00 horas;

Chegada: 12.30 horas.

Objectivos:
  • Despertar a curiosidade acerca do mundo que nos rodeia.
  • Promover admiração, entusiasmo e interesse pela natureza.
  • Promover o conhecimento através de actividades fora de sala de aula.

Material necessário para os participantes: carros para as deslocações (com possibilidade de levar menos carros), água, roupa e sapatos próprios para andar no campo, boné e protector solar.

NOTA: a organização levará mapas (geológico e militar), martelos de geólogo, bússolas de geólogo, lupa de campo de geólogo e permitirá a recolha de algumas amostras. Haverá ainda uma explicação dos locais a visitar (história geológica, minerais, idade das rochas, riscos geológicos, recursos geológicos, tipos de rochas, falhas, etc.).



ADENDA: 

Ponto de Encontro e de Chegada:


Ver mapa maior

segunda-feira, abril 18, 2011

Há 105 anos um sismo na falha de Santo André destruiu S. Francisco

O Grande Sismo de São Francisco (1906): A Rua Stockton e o Union Square, olhando para a Rua Market

O sismo de San Francisco de 1906 foi um violento sismo que ocorreu às 05.14 horas da manhã no dia 18 de Abril de 1906 em São Francisco, com magnitude estimada de 8.0 na Escala de Richter. Conhecido como The Great San Francisco Earthquake (em Português, "O Grande Terramoto de São Francisco"), ou somente apelidado como The Great Quake, o maior nos Estados Unidos já registado na escala de Richter. O terramoto teve duração de aproximadamente 28 segundos, tendo morrido milhares de pessoas.
Outras cidades sofreram estragos importantes, nomeadamente Santa Rosa, São José e a Universidade de Stanford. Cerca de 225 000 pessoas encontraram-se sem tecto dos cerca de 400 000 habitantes daquelas áreas, na ocasião.

terça-feira, agosto 03, 2010

Passeio pedestre em Rio Seco - fotos

No passado dia 11 de Julho fiz um percurso pedestre, aqui indicado, em Rio Seco (Reguengo do Fetal - Batalha), começando no início por falar da geologia da zona.

Foi excelente (só foi pena não termos subido ao topo da Maunça...). Para o comprovar, aqui ficam as fotos:
A partida...

O grupo compacto, no início

Fonte de mergulho

Água - primeiro abastecimento

Outra fonte

Escarpa da falha das Torrinhas

Meio percurso

Fósseis de ostreídeos

Segundo abastecimento - pão com chouriço

Descanso e alimentação no segundo abastecimento

Nascente do Rio Lis - o famoso poço

Junto à nascente do Rio Lis - o vale despido

Exsurgência permanente nas Fontes

O grupo na ponte das Fontes, junto ao clube da terra

Quase à chegada

Muro extremamente fossilífero - Rio Seco

sábado, julho 31, 2010

A falha geológica do Alqueva


LI HÁ DIAS que a barragem de Alqueva estava cheia até mais não. Sempre me interessei por este empreendimento e, nessa medida, acompanhei, com toda a atenção, a polémica em torno da existência de uma falha geológica mesmo sob o paredão da represa. Na opinião de muito boa gente, esta obra imensa representa o mais recente e talvez o mais grandioso e esperançoso abraço entre o Alentejo e o grande rio. Esperemos que os inconfessáveis interesses de alguns não estraguem as esperanças dos que aqui vivem e dos que, por todo o Portugal, esperam que este empreendimento contribua para levantar a economia do País.

Segundo um estudo encomendado, em 1996, pela Empresa de Desenvolvimento da Infra-Estrutura de Alqueva (EDIA) e levado a efeito por investigadores do Instituto de Ciência Aplicada e Tecnologia, de Évora, a barragem do Alqueva assenta numa falha sísmica com indícios de actividade, correndo o risco de ser destruída se ocorrer um sismo de magnitude máxima, de 6,1 na escala de Richter, prevista para esta falha. O estudo admite, ainda, que, na ocorrência de um abalo desta magnitude, a rotura à superfície do terreno originaria um deslocamento na ordem dos 20 a 30 centímetros, ao longo de sete quilómetros de extensão, o que seria suficiente para destruir a barragem.

Reagindo à divulgação deste estudo, a EDIA insistia na segurança da barragem, reafirmando que a referida falha não tem actividade sísmica, no que era corroborada por outros dois estudos elaborados na mesma altura, um pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil e outro por Lloyd Cluff, investigador norte-americano da Universidade da Califórnia. Nestes termos, a EDIA decidiu manter a construção da barragem no local para onde fora projectada. Como resposta a esta decisão, o Prof. Alexandre Araújo, da Universidade de Évora, defendia que a prudência aconselhava a deslocação da barragem, entre 100 a 200 metros para jusante do local onde estava e acabou por ser construída. Tal deslocação não aconteceu porque, na altura, as obras já tinham sido iniciadas. Segundo este investigador a referida deslocação seria suficiente porque, assim, a falha não passaria debaixo do respectivo paredão. Perante a eventualidade de um sismo da referida magnitude, a estrutura poderia abanar, mas não seria destruída. Alexandre Araújo lembrou, ainda, que o facto de se criar ali uma grande albufeira, esta poderá desencadear um efeito catalizador, uma vez que o peso da coluna de água irá aumentar a pressão sobre o terreno, e que a presença de tanta água poderá lubrificar as fracturas, provocando aquilo a que se dá o nome de sismicidade induzida.

Ao que indicam os estudos realizados, o intervalo de recorrência entre dois sismos máximos desencadeados por esta falha parece ser muito largo, na ordem dos 10 mil anos, mas a realidade é que se desconhece quando ocorreu o último abalo. O próximo, argumentava-se na altura, tanto pode ser amanhã, como daqui a mil anos.

A falha geológica do Alqueva foi descoberta na década de 70, no decorrer de um estudo geológico efectuado aquando do projecto inicial da barragem. Mas, ao que parece, não mereceu qualquer atenção por parte de quem tinha capacidade para decidir. Como resultado, houve uma significativa derrapagem nos custos da construção deste empreendimento - falava-se em 3 000 000 de contos, 15 000 000 de euros, na moeda actual - uma vez que foi necessário consolidar a referida falha com muito mais trabalho e muitos milhares de metros cúbicos de betão.

in Sopas de Pedra - post de A. M. Galopim de Carvalho

NOTA: publicamos este post nesta data apenas para recordar que existe um excelente blog de Geologia, do Doutor Galopim de Carvalho, que merece mais visitas - é o Sopas de Pedra...

sábado, janeiro 09, 2010

Sobre o prato de lentilhas que (alguns) sindicatos de docentes aceitaram...

...não me apetece dizer muita coisa. Apenas isto: em troca de coisas simbólicas e de novas rondas de negociações, que sabe-se lá o que darão, lixaram os professores mais novos e o ambiente nas Escolas. E não me digam que não podiam fazer melhor - não havia um Sindicato que dizia que no seguinte ia ao Parlamento resolver o problema? Não era apenas de um mês o prazo para a negociação? Gostaria era que, desta vez, os Sindicatos consultassem os professores, como fizeram o "acordo que não era bem um acordo", também apelidado de Memorando de Entendimento, em 15 de Abril de 2008...

E agora que já desabafei uma música apropriada para o momento:




Falhas todos temos
Mas crónicos remorsos são por demais indesejáveis
Se agiste mal corta essa
Mas tenta pensar melhor da próxima vez
Não te deixes cair em tentações melancólicas
Porque rebolar no lodo só serve
para te sujares